Maquete de papel do porta-aviões Graf Zeppelin

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Monte a maquete do porta-aviões Graf Zeppelin

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Você imprime as folhas com as partes/ peças em sua impressora colorida, recorta e monta seguindo o esquema visual/ instruções independentemente de as instruções estarem ou não em outro idioma (normalmente inglês). Mesmo assim, você sempre poderá traduzir utilizando o Google tradutor

Recomendamos que as peças para montagem sejam impressas em papel de 120 ou 180g/ m2 para dar uma maior firmeza à maquete.

Escala 1:200

 

Sobre do porta-aviões Graf Zeppelin

fonte Wikipedia

Graf Zeppelin foi um porta-aviões alemão que seria operado durante a Segunda Guerra Mundial. Foi o primeiro e não concluído sonho da Marinha de Guerra ALemão (“Kriegsmarine”) de ter esse tipo de navio em combate. O navio recebeu esse nome em homenagem ao conde Ferdinand von Zeppelin, pai dos enormes dirigíveis alemães.

Em 1935, Hitler anunciou que a Alemanha iria construir porta-aviões para reforçar a Kriegsmarine. Essa decisão era para fazer frente a marinha britânica, que tinha vários porta-aviões em operação antes do início da guerra em setembro de 1939.

Ainda em 1935, uma missão naval alemã visitou o Japão, para obter informações técnicas sobre porta-aviões, acompanhando a reconstrução do porta-aviões Akagi. Em 1936, a construção de dois porta-aviões se deu início na Alemanha. O principal idealizador do projeto de integrar porta-aviões à marinha alemã era o Almirante Erich Raeder, empolgado, ele apresentou um ambicioso programa de construção naval, o chamado Plano Z, prevendo a construção de quatro Flugzeugträger (porta-aviões) até 1945, número reduzido em 1939 para dois.

No dia 8 de dezembro de 1938, o chamado simplesmente de “Flugzeugträger A”, recebeu seu nome Graf Zeppelin, sendo batizado pela filha do conde Zeppelin, condessa Hella von Brandenstein-Zeppelin.

Só que ao contrário de outras marinhas do mundo, a Alemanha não possuía aviação naval própria. Todas as aeronaves em terra, e em navios estavam sob comando da Luftwaffe de Hermann Goering. Por isso a marinha e força aérea alemã, discordavam em vários assuntos ligados ao uso de aviões em combate na área naval. Sendo esse o principal motivo de nunca o porta-aviões Graf Zeppelin ter entrado em operação.

No início da guerra o Graf Zeppelin estava cerca de 85% completo, com a maior parte de suas máquinas instaladas. O ritmo de sua construção seguiria ao sabor das mudanças no pensamento naval alemão, temperado pela luta Raeder x Goering x Doenitz e pelos eventos da guerra. A escassez de materiais e mão-de-obra levou à paralisação dos trabalhos no Graf em abril/maio de 1940. O esforço de construção naval se concentrou na frota de submarinos do Almirante Karl Doenitz e as armas do Graf Zeppelin, já instaladas foram removidas e colocadas na Noruega para defesa costeira.

Devido aos sucessos da marinha aliada, Raeder insistiu em que o porta-aviões era necessário para proteger os incursores alemães de superfície em seus ataques contra os comboios aliados. Entre maio e dezembro de 1942 os trabalhos no navio recomeçaram, mas por essa época se constatou que os Messerschmitts e Stukas designados para o navio já estavam completamente obsoletos.

Em 1943, Hitler estava desencantado com a Kriegsmarine. Raeder pediu e obteve seu afastamento definitivo e Doenitz, o submarinista, assumiu o comando da Marinha alemã. Era o fim do sonho do porta-aviões alemão.

Então, o Graf Zeppelin, foi rebocado para Stettin, onde ficou de 1943 até o fim da guerra, sem nunca ter entrado em operação. Em 1945, por ordens do Almirante Karl Döenitz, foi afundado na foz do rio Oder pela tripulação para não cair em mãos soviéticas. Mas ao final da guerra, o porta-aviões foi recuperado pelo Exército soviético, foi rebocado para Swinemünde, no mar Báltico e renomeado PA.101 (Base flutuante 101) em 3 de fevereiro de 1947.

Havia um forte interesse então dos russos em desenvolverem uma aviação naval própria e o Graf Zeppelin foi muito estudado, havendo inclusive uma proposta de terminar sua construção.

Mas decidiu-se usa-lo como alvo, tanto para cumprir os acordos com os Aliados (um navio alemão incompleto ou danificado deveria ser afundado em águas profundas de acordo com a Comissão Tripartite Aliada) como para demonstrar aos soviéticos a resistência desse tipo de navio e servir de experimento para testar técnicas de ataque aéreo contra os porta-aviões americanos e ingleses.

Complexidade

Grande

Tipo

Escala

1:200

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